Aquela tela, tal como o espelho da história, a levava para um mundo de maravilhas. Ela tornava-se mais bonita e corajosa. Era rodeada por amigos de todo o mundo. Com um simples movimento tinha ao seu alcance qualquer informação. Por que sair de lá? Era uma doce prisão, na qual ela não queria jamais sair.
Apesar dos engarrafamentos, violência, custo de vida, transporte púbico péssimo, ainda amo minha bela cidade do Salvador. Criatura caseira que sou, não saio muito, e tem muitos lugares que não conheço, mesmo vivendo há 25 anos aqui! Dia 23 de dezembro passeei pelo centro e aproveitei para tirar algumas fotos. E no meio do caos pré natalino, encontrei um oásis de paz e beleza: O Passeio Público, um espaço com árvores, esculturas, parquinho e um teatro(o famoso Vila Velha). Já havia passado pelo seu portal dezenas de vezes, mas só havia entrado numa noite, correndo com medo do ambiente com cara de filme de terror(na época era bem tenebroso de noite) para pegar um ingresso de uma peça que nem pude ir =/ Foi bom aproveitar melhor o espaço nessa tarde. Lindo pôr-do-sol Me imaginei morando perto, indo ler nesses banquinhos todo dia Também fotografei locais mais óbvios, mas não menos belos. Crianças correndo são sempre fotogênicas ^^ Gostei muito dessa...
Que a Lua seja seu farol para sempre. Guiando-a para lugares maravilhosos, nunca antes explorados. Os caminhantes da vida precisam dar o primeiro passo para conquistarem seus tesouros pessoais.
ResponderExcluirAnda me vigiando é?? rsrs!
ResponderExcluirEsses dias eu também realizei que havia um mundo lá fora, sem tela de led, sem RGB, sem imediatismo, mas muito, muito lindo e real.
Às vezes essa telinha prende a gente, né?? rs!
Beijos, Bruna!
Adorei sua visita.
http://devaneandopravariar.blogspot.com
Entrei nessa tal tela e pensei, 'hum, será q tem novidades de Bru?'... adoro quando entro no seu blog e vejo coisinhas novas, tava com saudades dos seus textos!!! :D
ResponderExcluirFalando de vida lá fora, eu tento prestar atenção nisso sempre... caso contrario viro uma música de Chico Buaque e acabo assim: "o tempo passou na janela, e só Carolina não viu..."
Beijão!